PRINCIPAL keip. eww jfonline.com caso-varginha GO TO ENGLISH VE gentilmente HOME PAGE ESPECIAL AGOSTO DE 1996 O CASO VARGINHA ESTA HOME PAGE FOI CRIADA POR INICIATIVA DAS ENTIDADES QUE AO FIM DESTA PAGINA ASSINAM. ESTA FAZ PARTE DO PROCESSO DE DIVULGACAO DAS CONCLUSOES PARCIAIS DAS INVESTIGACOES, INICIADAS EM 21 DE JANEIRO DE 1996, SOBRE AS CAPTURAS DE CRIATURAS (NAO CLASSIFICADAS BIOLOGICAMENTE) POR MILITARES BRASILEIROS. CONVIDAMOS VOCE A NAVEGAR POR ESTE SITE E CONHECER OS FATOS RELACIONADOS A CAPTURAS DE CRIATURAS, POSSIVELMENTE DE ORIGEM EXTRATERRESTRE, NA CIDADE DE VARGINHA. . MUITO DO QUE ESTA DITO NESTE SITE PODE PARECER MUITO FANTASTICO, IRREAL E ATE RIDICULO, MAS SAO O RESULTADO DE INDESCRITIVEIS ESFORCOS NA TENTATIVA DE LEVANTAR TODA A VERDADE QUE FOI SISTEMATICAMENTE E CRIMINOSAMENTE ABAFADA DO PUBLICO EM GERAL. PEDIMOS QUE VOCE LEIA ESTE SITE COM A MAIOR ISENCAO POSSIVEL, DEIXANDO DE LADO TODA E QUALQUER IDEIA PRE-CONCEBIDA COM RELACAO A TUDO O QUE ENVOLVE A EXISTENCIA DA VIDA INTELIGENTE EXTRATERRESTRE. LEIA O SITE POR PARTES, COM CALMA E MUITA, MUITA ATENCAO. VAI PARA O INDICE DOS EVENTOS SE VOCE TIVER ALGUMA INFORMACAO QUE POSSA AJUDAR NAS INVESTIGACOES ENTRE EM CONTATO CONOSCO PELOS E-MAIL's ABAIXO. me POR QUESTOES DE SEGURANCA NAO MANDE NENHUMA INFORMACAO VITAL PELO E-MAIL. INFORME UM TELEFONE PARA QUE POSSAMOS ENTRAR EM CONTATO. OS NOMES E QUAISQUER OUTROS DADOS DAS TESTEMUNHAS ESTAO SENDO MANTIDOS SOB y cncarreqade ag Pe 1 FENrEMD ABSOLUTO SIGILO E ASSIM CONTINUARA S| See ASSINAM ESTA HOME PAGE, UBIRAJARA F. RODRIGUES (
[email protected]) Centro Brasileiro de Pesquisas de Discos Voadores (CBPDV) VITORIO PACACCINI Centro de Investigacao Civil de Objetos Areos Nao-Identificados (CICOAND) CLAUDEIR COVO Instituto Nacional de Investigaciio de Fendmenos Aeroespaciais (INFA) MARCELO AUGUSTO S. MOREIRA (
[email protected]) Centro Juizforano de Pesquisa Ufolgica (CJUFO) A.J.GEVAERD Centro Brasileiro de Pesquisas de Discos Voadores (CBPDV) VAI PARA O INDICE DOS EVENTOS Designed By Designer Computacao Grafica (
[email protected]) hitpo ww jfoutine.com caso-varginba jlotiine.comt, caso-vatginha indice.htin aproximadamente habitantes. principais agricultura, localizaao, presenciou manifestaces ufologica. ENTENDIMENTO APRESENTADOS INDICE GERAL Os fatos abaixo relacionados ocorreram, em sua maioria, na cidade de Varginha. 1-INTRODUCAO - Por Ubirajara Franco Rodrigues 1,1- INICIO DAS INVESTIGACOES 1.2- PROCURANDO O CORPO DE BOMBEIROS 2- AS INVESTIGACOES CONTINUAM - Por Vitrio Pacaccini * 2.1- BOMBEIROS ESTAO MESMO ENVOLVIDOS 2.2- MAIS TESTEMUNHAS MILITARES FALAM. 2.3- OS NOMES 1 t Cet Fis ie at ae fiontine.con caso-varginha 2.4- ENVOLVIMENTO DE DOIS HOSPITAIS DE VARGINHA / ELES TEM RAZAO? * CRONOLOGIA E RESUMO DOS ACONTECIMENTOS * CONTRADICOES DO CASO VARGINHA CARACTERISTICAS DAS CRIATURAS DE VARGINHA * VISAO AEREA DO BAIRRO JARDIM ANDERE (LOCAIS DAS CAPTURAS E DO 1o AVISTAMENTO) QUEM SAO OS INVESTIGADORES DO CASO VARGINHA UBIRAJARA FRANCO RODRIGUES * VITORIO PACACCINI INI RODUGAU nec casc-varginha iitradue. him INTRODUCAO Por Ubirajara F. Rodrigues No sabado em que a captura do ET ocorreu, dia 20 de janeiro, eu nao estava em Varginha. No dia seguinte, 21, cheguei 4 cidade por volta das 10h30 da manhi e telefonema proprietario perguntou se eu ja estava sabendo do que havia acontecido no dia anterior e me disse que "... umas meninas haviam visto um bicho estranho, algo como um monstrinho ". Motivado pela informagado, pelas 14h00 do mesmo dia resolvi investigar. Comecei a rodar por alguns bairros da cidade e encontrei algumas pessoas que caminhavam pela rua. A elas, perguntei se tinham ouvido falar do assunto. Algumas disseram apenas que sabiam que umas meninas tinham visto um monstrinho, um capetinha ou algo assim. E tudo ficou nisso. Naquela mesma noite, recebi noticias de que o boato ja estava espalhado pela cidade, quando liguei para Milton e pedi mais alguns detalhes. Ele afirmou nao saber de mais nada, mas disse que uma secretaria de sua loja teria mais informacdes. Quando a procurei, vi que nao sabia de mais nenhum detalhe, mas conhecia as pessoas que tinham visto 0 estranho ser, 0 que me levou, entao, at as meninas envolvidas na observacao. Elas moram na Rua Tapajs, num bairro de Varginha, para onde me dirigi. Tentei conhecer seu paradeiro exato, perguntando A dona de uma lojinha se conhecia as meninas e se sabia algo sobre o boato que, a essa altura, tomava corpo ainda maior. A comerciante respondeu que nao s as conhecia, como pde tambem observar 0 movimento no bairro em func4o do caso. Essa senhora disse ser amiga de Luisa (a mae das meninas) e soube que as filhas chegaram apavoradas em casa, no meio daquela tarde. Estavam gritando, chorando e tremendo. Elas teriam avistado algo muito feio. Por coincidncia, naquele dia, a irma da lojista passava de carro e levou Luisa ao local onde foi avistada a criatura, para ver se havia algum vestigio. Enquanto isso, os boatos continuavam correndo pela cidade. Algumas pessoas ja diziam que a criatura havia sido capturada e levada ao Hospital Regional, que era muito barriguda, parecia estar gravida e emitia um ruido, parecendo chorar. Foi ent4o que comecei a me interessar pelo caso, pois vi que valia a pena investiga-lo jfonline.coit caso-sargittha PROXIMA PAGINA As investigagdes hap. www.jlonline.conveaso-varginhainvestig.him AS INVESTIGACOES Comecei a investigar e fui ajudado por um amigo que sempre participou de nossas pesquisas ufolgicas, Srgio, diretor da TV Princesa, uma emissora local. Conseguimos acesso a um garoto que disse ter presenciado os fatos. Mas ele nao falava coisa com coisa, brincava demais, era muito confuso e nos desanimamos com seu depoimento. Conseguimos tambm encontrar uma senhora que, ao ser abordada por nds, fugiu. Seu, marido tentou fazer com que ela nos desse algumas informaces, mas nao aceitou. A essa altura comecei a perceber que se tomaria muito dificil chegar as garotas. At entao, confesso, ainda nao estava muito animado a ir atras delas, pois tudo me parecia muito confuso, truncado e nao havia fortes evidncias de coisa alguma. Finalmente, ao longo de muita busca, consegui encontra-las e pegar seu depoimento. Eram duas irmas cuja mae, dona Luisa, recebeu-me um pouco desconfiada. Identifiquei-me como ufdlogo e advogado, e expliquei meu interesse pela situacdo. Ela pareceu, entao, dar um voto de confiana ao meu trabalho, deixando que as filhas me contassem tudo. Fiquei extremamente impressionado com 0 que as garotas disseram, principalmente a maior delas, Liliane, de 16 anos. Ao contar 0 que aconteceu, nao aguentou e comecou a chorar. A irm4 mais nova, por sua vez, permaneceu introvertida cabisbaixa e constrangida, respondendo estritarnente ao que eu perguntava. Assim, ganhando sua confiana aos poucos, fui abordando o assunto cada vez com maior profundidade e cheguei, entao, a solicitar que elas me apresentassem a terceira testemunha: sua amiga Katia, de 22 anos, que ao me encontrar tambm chorava. Pedi as trs que me levassem ao local onde tudo tinha acontecido. Era um terreno baldio no alto de um morro, onde elas reconstituiram 0 caminho que faziam de volta para casa. Disseram-me que, ao passar por ali, tinham intencdo de cortar caminho, pegando uma trilha. Quando estavam no meio dessa trilha, viram um estranho ser abaixado, que a principio parecia uma estdtua. Para Valquiria, a mais nova "aquilo tinha a aparncia de um coracao de boi gigante ". As investigagoes SSE hte 2.com caso-varginha investig bun Faerivio | Femme as mere: KaAtia e Liliane foram as inicas que se aproximaram mais para observar melhor o ser, a uns 6 ou 7 metros de distancia. Foi ai que perceberam que se tratava de algo fora do comum, quando voltaram para 0 asfalto e foram embora correndo. Ao chegarem em casa, segundo a mae, estavam totalmente abaladas, chorando, tremendo e visivelmente apavoradas. Aps ouvir tudo de suas filhas, Luisa voltou ao local para ver se encontrava algum vestigio, mas nao encontrou nada, apenas uma marca redonda no chao. Contudo, questionavel que aquela marca tenha sido feita pelo ser, pois 0 solo estava muito seco, 0 terreno era muito duro e com pouca vegetacao. Luisa tambm sentiu um cheiro estranho, muito forte e impossivel de se comparar com qualquer outra coisa. Nos dias seguintes, continuei conversando com elas e pedi que repetissem varias vezes 0 que tinham visto. UM EXTRATERRESTRE NO HOSPITAL Esse procedimento comum em pesquisas, pois ajuda a detectar contradices nos depoimentos. O abalo psicolgico delas era muito visivel, de forma que nado pareciam mentir de maneira alguma. Enquanto isso, os boatos corriam, aumentavam e ganhavam corpo em Varginha. A cidade inteira comecou a comentar a histria. Continuei as investigages, partindo da premissa de que a criatura havia sido capturada e levada para um hospital. No Hospital Regional, como era de se esperar. o diretor negou tudo de forma bastante convincente. Em Varginha existem trs hospitais, porm os boatos convergiam somente para 0 Regional. Nao era possivel ter certeza de nada, principalmente sobre qual dos hospitais estaria envolvido com 0 fato. Tudo estava obscuro, at que consegui conversar com uma enfermeira do Regional (que, por questao de seguranga, nao pode ter seu nome revelado). Ela relutou muito em m receber e conversar comigo at que, finalmente, aceitou uma entrevista e revelou que, no domingo, 21 de janeiro, uma estranha movimentaio havia ocorrido no Hospital Regional. O fato envolveu mdicos vindos de fora de Varginha, Policia Militar e viaturas do Exrcito. Porm nao falou nada de corpo de bombeiros. Nao se sabia 0 porqu daquela movimentacao anormal no hospital e tudo parecia As investigagdes htip: -www jionline.comycaso-varginha:investig.htm estar quardado a sete chaves. Um: do nossa informante, foi interditada funciondrios, visitantes segunda-feira, juntamente funciondrios, depoimento, movimentagao treinamento militares. ainda foi ressaltado que era assunto interno do hospital, portanto, deveria ser mantido em sigilo. Segundo essa testemunha, a reuniao culminou com a seguinte frase do diretor: "A qui em Varginha tem um pessoal que gosta muito de mexer com coisas bacanas, assim, sobrenaturais, estranhas... E provavel que esse pessoal | procure vocs, principalmente aquele advogado, o Ubirajara. Para essas pessoas, vocs devem negar tudo. Neguem Mais tarde, conversei com uma ex-aluna minha, que disse ter ido 4 portaria do hospital no domingo, por volta das 22h30, juntamente com uma amiga. Ela perguntou ao recepcionista se era verdade 0 boato de que o hospital havia recebido um "monstrinho". O funciondrio confirmou, dizendo que o ser nao estava mais 14, pois tinha sido removido para outro hospital da cidade, o Humanitas (foto 4 esquerda). Entao, as mogas seguiram para 14 e foram atendidas por uma enfermeira que lhe respondeu da seguinte forma: "nao podem entrar aqui para ver aquilo e, mesmo que udessem, Lh fio iriam gostar de ver". Na mesma poca, algumas testemunhas paralelas, que moram na regiao do Humanitas, disseram ter visto movimentacao de tropas no portao lateral. Isso era tudo 0 que eu sabia at | entao. Era preciso ter mais evidncias. Foi | entado que procurei 0 setor militar, primeiramente o comandante Mauricio, da Policia Militar. Ao encontra-lo, identifiquei-me e expus a situacao. Perguntei a ele se ja estava informado dos boatos de que a PM estaria envolvida no caso da captura. A resposta do comandante foi negativa. Ele, ento, ofereceu-se para checar as informages e verificou que nao havia nenhum registro de tal ocorrncia. Ainda sim, pediu para que nos comunicassemos com ele novamente, pois talvez encontrasse alguma informacao. No dia seguinte como estava combinado, telefonei para 0 comandante Mauricio, mas ele ja nao atendia 0 telefone. Fiz aproximadamente uns 50 telefonemas para o quartel, mas nao fui atendido. Foi ai que comecei a sentir que algo estava errado. Estavam escondendo alguma coisa. Um amigo meu conseguiu falar com uma policial que esteve de planto no sabado, 20 de janeiro, para receber as chamadas de emergncia atravs no numero de telefone 190. Ela revelou que recebeu algumas chamadas: "Realmente, algumas pessoas As investigagdes | http. ws jfoutine.com caso-varginha investig.him 5 as 4 Eacrivo | ligaram para c dizendo que vira' a mas achamos que era trote e nao demos atencdo ". Ora, s6 por isso ja podemos perceber uma contradicio, pois se 0 comandante disse que nao recebeu chamado nenhum, a policial nao poderia ter recebido esses telefonemas... PROXIMA PAGINA PROCURANDU 0 CORPU DE BUMBELKUS 2, Penryn hip. v.43 jfunline.com caso-varginha procuran.him PROCURANDO O CORPO DE BOMBEIROS Eu e Srgio procuramos o Corpo de Bombeiros e fomos recebidos pelo capitao Alvarenga (FOTO). Embora bem atendidos, aps a conversa tentamos analisar a situagao: durante toda a entrevista, a porta do gabinete permaneceu aberta. Mal nos identificamos e ele ja foi pegando o boletim das ocorrncias do dia 20 para mostrar que nao havia nenhum chamado de captura de animal estranho ou coisa parecida. Ele simplesmente teve uma atitude defensiva em relacdo a nos. Durante a entrevista, pedi licena ao capitao para tomar agua e fui at um bebedouro no fim do corredor. Vi dois bombeiros conversando, falando alto e articuladamente, como se estivessem cacoando de mim. "E, deve ser um sapo gigante", disse um. "Nao, deve ser um capeta, hahaha", complementou 0 outro. Depois disso, voltei para a sala do capitao Alvarenga, quando eu e meu amigo nos despedimos, agradecemos e fomos embora. Seguimos para a Policia Florestal, onde fomos recebidos de forma muito diferente. O capito daquela corporaca4o demonstrou simpatia por ns e disse gostar de Ufologia. Disse tambm ja ter lido trabalhos sobre mostrou-se interessado informacoes concretas do Corpo de Bombeiros e do hospital. Afirmou que a Florestal nao foi acionada na ocasiao, mas colocou- se 4 disposic40 para dividir conosco qualquer informacao que tivesse. enfermeira, anteriormente, demonstrando acontecera. movimentagao divulg4-lo comunicacao nacionais. informagdes circulando. dificuldades investigagoes abafamento, } rinryay j PROCURANDU O CORPO DE BUMBEIRUS ee https. www jfcaline.cony caso-vatginha: procuran. htm, conseguiriamos pressionar mais as idades: Na mesma poca, fiz uma entrevista ao vivo a pedido da TV Globo local. Tudo corria normalmente, enquanto a jomalista fazia algumas perguntas sobre Ufologia e sobre a possibilidade de a criatura encontrada em Varginha ser um extraterrestre. No meio do programa porm, aconteceu uma coisa que nao esperavamos. Ela tirou dois fax de cima da mesa e se dirigiu a mim: "Acabamos de receber uma comunicacado do Corpo de Bombeiros e outro do Hospital Regional desmentindo tudo 0 que est4 acontecendo. Essas duas instituigdes dizem que nao foram acionadas e nao tm nenhum envolvimento com isso". Um dos trechos do fax do Corpo de Bombeiros fazia a seguinte declaragao: "Esta corporagao comunica 4 populacao de Varginha que nao foi acionada para capturar um extraterrestre". \sso foi dito no meio do telejomal. Eu disse, primeiramente, que jamais foi langada a afirmacao de que o ser capturado era um extraterrestre. Eu havia dito somente que era um ser desconhecido e estranho. Sou muito cuidadoso, nao seria capaz de falar coisas de que nao tenho certeza. Depois, disse a eles que para ns, uflogos, tais comunicados oficiais nao tm nenhum valor, pois s4o simplesmente oficiais - e nao reais. Nao deixei que isso atrapalhasse o rumo das investigages. Aproveitei a ocasido para dizer que abafamento ufolgico algo que existe em todo o mundo e ha muito tempo... Depois dessa entrevista, resolvi ligar para a imprensa nacional. Ja era 0 momento de revelar 0 que estava acontecendo. Sabiamos que havia algo estranho em Varginha, embora nao houvesse confirmagao do que era realmente. Algo estava (e esta) sendo escondido da populacio. Nao sabemos se ou nao extraterrestre, mas temos certeza de que algo muito srio esta oculto por tras de uma operacao mirabolante. Liguei para a uf6loga lrene Granchi, do Rio de Janeiro, que contatou a produao de jornalismo da Rede Globo de televisao. A partir dai, 0 caso explodiu na midia. Ao mesmo tempo, conseguimos ampliar o nosso universo de fontes de informagoes. No fim da segunda semana de investigages, liguei . para a Revista UFO e a deixei a par do fato. Na terceira semana, um pesquisador de Belo Horizonte (at ento membro do CICOANI) entrou em contato comigo. Era o Vitrio Pacaccini. A partir dai formamos uma parceria na pesquisa, que ja dura mais de quatro meses. Pacaccini soube da noticia atravs da imprensa e, antes de me conhecer, ja estava investigando detalhes do caso - inclusive tentando conseguir depoimentos de testemunhas. PROXIMA PAGINA AS INVES LIGAC UES CONT NUAM continua him AS INVESTIGACOES CONTINUAM Por Vitrio Pacaccini Antes do Caso Varginha aparecer na midia, eu ainda nao conhecia Ubirajara.