MINISTRIO DA AERONUTICA PRIMEIRO CENTRO INTEGRADO DE DEFESA AREA E CONTROLE DE TRAFEGO DISTRIBUIO EMISSO EFETIVAO DISTRIBUIO IS/ 1)18/ CCTA SCO/OOiyCCTA/ACC CU F DE EQUIPE ASSUNTO: INFORMAES SOBRE OBJETOS VOADORES NO IDENTIFICADOS ANEXO QUESTIONRIO Sempre que forem relatados casos de auistamento de Objetos ' Voadores No J.dentifiados devero ser adotados os seguintes procedimentos: 1 - Acionar o Oficial Chefe de Equipe Operacional do ACC BS; 2 - Determinar ao Supervisor de Tratamento a imediata grava o de vdeo radar; 3 - Reconhecer no PPI os plots possveis de serem correlacio nados ao OVNIs, se cadeias inicializ-las; 4 - Rastrear as cadeias (pistas) associadas aos OVNIs; 5 - Levantar todas as informaes meteorolgicas disponveis Radar Meteo Gama Radar Meteo S. Roque Radar Meteo Couto Obter, atravs da visualizao o maior nmero possvel de Radar Gama Radar So Roque Radar Couto Radar Anpolis Radar Brasilia Radar Congonhas Radar Galeo Radar Santa Cru; Radar Belo Horizonte Anotar os horrios de acionamento e do final da atividade; Para as conversaes TF procure usar somente uma console, caso rccchcrTF cm outra console anotar o setor c o hora rio da conversao; Anotar as aeronaves envolvidas, bem como a frequncia do ACC utilizada para o reporte; Determinar que os operadores de radar dos Stios, vcrif_i quem a presena ou no de plotes no "p-da-antena"; Solicitar aos Comandantes das aeronaves o maior nmero pos_ svel de dados; Solicitar os dados para preenchimento dos dados do ques tionrio em anexo. NOTA: Toda a documentao relativa a esses fatos ter a classificao "CONFIDENCIAL", no devendo, portanto, ser registrada no LRO. WILL WILS PAULO ROBERTO CARDO S.O-^f LAR INI 10 - TCEL AV SUBCOMANDANTE ^OPERACIONAL ) JUL ti5 IS/O 18 /CCTA 1. Como c quando foi que notou pela l2 vez os objetos? 2. Quantos eram e cm que posio estavam? 3. l'ode descrever o objeto? 5. Tamanho? 7. Velocidade? 11. Trajetria? 12. Profundidade? 13. Perodo e durao da observao? 14. O objeto mudou de aparncia? de cor? 15. Estava sozinho ou acompanhado? no caso afirmativo por quantas pessoas. 16. Distncia do ponto de observao ate o OVNI? 17. Existncia de provas fsicas (fotografia, filme, amo 18. Observao a olho nu ou com algum dispositivo tico? 19. Condies de tempo presente (meteorolgicas)? 20. Dados pessoais do observador: . Endereo . Idade . Grau de instruo . Ocupao principal ANEXO 1 IS/ 018/CCTA . Possui (<u no o>nli eu i nu'a l os l tit" li cos , no ca s<> :i li rliii I i mi i|iia i s ? OBS.: F.stc questionrio refcre-so a uma informao de solo. Quando uma aeronave reportar, dever fazer de manei ra sucinta. ANEXO i SERVIO PBLICO FEDERAL PRIMEIRO CENTRO INTEGRADO DE DEFESA AREA E CONTROLE DE TRFEGO AREO Do 1 TEN ESP CTA - JOO CARLOS Ao Sr CHEFE DO COpM Assunto: OVNI I - As 11:50P receb um telefone- ma do 3S JERNIMO operador da torre de controle de Foz do Iguau \ , informando que estava avistando nas proximidades do aeroporto um obje to voador no identificado. l./Como e quando foi que notou pela 1 vez os objetos? 2. Quantos aram e em que posio estavam? / J ) Apenas um: nas proximidades do aeroporto '< jj Pode descrever o objeto? I Em forma de prato com uma espcie de "rabicho", e a parte aupe- I rior triangular contendo duas antenas 5. Tamanho? / No pode precisar SERVlCO PBLiCO FEDAL Cont. da Parte S/N Alaranjada 7. Velocidade? Ora estacionaria, ora se deslocando lentamente 10. Rastos? 11. Trajetria? Se deslocando em linha reta, rumo do aeroporto 12. Profundidade? No pude precisar 13. Durao da observao? 20 (vinte) min i'. O oMpto mitfti! de aparncia? dc cor? 15. Estava sozinho ou acompanhado? no caso afirmativo nor quantas Sim popor um companheiro de servio na torre. 16. Distncia do QMUbtatt* observao at o OVNI? No pode precisar 17. Existncia do provas fsicas (fotografia, filme, amostras)? 18. Obsnrvao n olho nu ou com alijum dispositivo 5tico7 Observou de bincaus, porm n populao da ciciado estava obscr vando a olho nu senvico PBLICO FEDERAL Coiit. da Parte S/N 19. Condies da tempo presente (meteorolgicas)? 20. Dados pessoais do observador; - nome: Antnio Jernimo dos Santos - Bndereo: DPV-FI - idade: 25 anos - grau de instruo: universitrio - ocupao principal: Militar (3 - possui ou nio conhecimentos tcnicos, no caso afirmativo quais. Sim. Conhecimentos em Controle da Trfego Areo. Obs: Informou que desde s O830OP o objeto estava sendo visto por toda a populao de Foz do Iguau. II - Outrossim informo-voi que reco bl atravs do TEN BERNADINI (Chefe da Torra de Foz do Iguau) os se guintes relatos das aeronaves SC 902 e TR 463: observou da binculosobjeto metlico e aparentemente esfrico entre l os FL 220/280, solicitou ascenso ate FL 280 para melhor observao , o objeto deslocou-sa verticalmente para cima em velocidade incalcul- vel, no permitindo a sua identificao. T\G FU8o _ VOQUPQ b) TR 463, chegando SG 3*5/flfK***5e LO/para FI, a 60 NM fora, informou estar o objeto alm do FL SOO.(15:452). 15:55Z - Informou que o objeto estava a 45Qffaf vertical, a 17 NM ABlMaeraammo. 15: S71 - AftAaeutMtac baixando. SERVIO PBLICO FEDERAL Cont. da Parte S/N III - As 1S:40P o Sargento Pacheco informou o seguinte relato das aeronaves PT LFT (LBAR JBT-25); RG a) PT procedmaetde SBSP destino SBPI, aos 17:15Z reportou ' avistar um objeto aparentemente circular com uma cauda cor aetli- co, na radial 086 do VOR de SB FI a 44 NM. b) A mesma aeronave decolou de SB FI s 17:591 com destino a SB SP e avistou o referido objeto na mesma radial a 61 NM de SB b) TR 463 SBIXD/SB FI quando no procedimento, s 16:00Z pa ra pouso a 4.500' avistou o objeto. A aeronave informou que fet ' uma csrva a esquerda de 360' e o objeto durante a curva permaneceu sua direita, aps isao o objeto se deslocou ea uma velocidade muito maior que a sua aeronave, fel atou que era objeto circular com uma cauda, cor metlico. c) RG 161 SB PI/SBCT DBP 15:30Z solicitou manter proa do obje- to. Quando nivelado 270 informou que o objeto estava alto, tambm' relatou que o objeto era circular, com uma cauda, cor metlica. do Sargento o objeto ainda continua a ser visto a olho nu. IV - Segundo informaes do referi So Jos do Bio Preto 19 de Setembro de 1985 Esmo. Sr. Ministro de Aeronautice com satisfao que entremos em contato com V. Excia.,para tratar de assunto referente a uma ope- rao realizada pelo SNI e Aeronutica, durante o primei- ro seminrio de ADESG realizado em novembro de 191 na oi dade de Bio Branco no estado do Acre. Em novembro de 1981, ns como funcionrio da Universidade Federal do Acre fomos convocado pela ADESG pare realizar as gravaes do seminrio. Durante a prime- ira quinzena de novembro quando acontecia o seminrioJo SN I realizou um condicionamento conosco, se tratava de uma ' Operao de earter sigiloso nas ruas de Rio Branco. Esse condicionamento nos levou a entrar em contato com o Fenmeno OVNI, ou seja presenciamos um ' Objeto Voador TCo Identificado e assim despertou em nds a paranormalidade atravs de um tipo de contato teleptico que passou a acontecer atravs da provocao por parte dos OVNIs de sucessivas descargas eltricas na atmosfera sem nuvens,isto durante a noite. Participaram da Operso, oficiais da Ae- ronutica e Bgentesndo SNI, no sei como eles descobriram' que em mim despertaria tal condies paranormais. Ficamos tomados pelo impacto do fenmeno' at bem pouco tempo, ja passemos por tratamento psiquiatra co e psicoterpico e conseguimos suportar atravs de medi- camentos neurolpticos esses contutos paranormais. Hoje aps trs anos de contato com o fenmeno, aprendemos a conviver com o desconhecido, je neo necessi tamos de medicamentos pois a parenormalidade tornou-se suportvel, mas os contatos atravs dss descargas eltri^ CBs continuam como respostas as minhas indagaes. Comunicamos o EtJFA e agora comunicamos a Aero- Rsutica que nos levou ao fenmeno, tomamos conhecimento' da existncia do SIOANI criado confidencialmente pela FA B que vem e ser o SISTEMA DE INVESTIGASo DE OBJETOS A- REOS RiO IDENTIFICADOS. Desde 1982 que dedicamos a pesquisa e agora ao liitemos a possibilidade de pesquisar o fenmeno junta- mente ao SIOAUI de forma oficial, haveria esta possibili dsde pois estou oficialmente ligado ao fenmeno: 1 Sem msis,ficamos grato pele ateno dispensada e aguardamos comunicao por parte de V.Excia. Atenciosamente. Av. Murshid Honai b4 apto 22 nB 1490 So Jos do Rio Preto SP fone 0172.333891 io CtNTP.O PAnA S DE DISCOS ;<5(,o C.neCidi: Rt: ds Garas ii7 -rospcr.cJnci. Cjixf Postal 2182 T'j.'CJ Campe Granes- MS . f. I. Gevserd m ;.-<.- SOr/wsC de Pauto ,nia"v:as es,v>r;.!is * 30 r3ut:inc ia f-ortiec "* J. Victor Scuies. Satael S. Oure. Carie* A. Baia D.-itil fletttbSi, Irene G.-ancrii, Jcime Laua, t. res A Petit. Aniortio Faliro, Antonio Jorge TOor. Ufcirajara S. RocrlQu&i. Luis &. Hcsrio Real, Clau- deir'Covo. Rioe Jar. Putten. Aiemai Eugnio CA Melo. Lcio Manlrotii. General AUreco M. Uchoa. Jec-> Ale^sar. Rateei Cury. Dente T. J. Pawica.. Aj.ji GonOim', i/arcos Freitas Bcior) Cyr.:;..a Hino. Major Colman Vonke- yiczky. ' :.3ior Hins C. Peisr.. iO LUJIL iC Jonn P. iv-tXro tnnqua ;i.-Soad.Vtdd!- rlk Freoriteon. Consultor Jurdico Aldo S. Domingues An; e Daramas adonis A. i J.-; jtlie Kafling .yac/e/ o.aS.rJ Lewa. cJusbra em toij o-Bras rtil dp CENTHC 5 VOACflES "i 0 Campe Gtsnsl Ados discos vc APRESENTAO Cem o presente exemplar Ce UFOLOGIA NACIONAL & INTERNACIONAL, o leitor pode observar c,ue estamos nos aperfeioando cada vez mais pe .rar,do a cri- da aia em um mais profundo nvel de profissionalismo grficc o, prinr paltnSrite edito- rial. Com o presente-exemplar, estamos dando mais um p.-.oso no ontido de encon- trar e realizar um veculo de difuso. yFGlgica que sej~ io somente informativo mas principalmente til. Dentre as mudanas efetuadas na linna editorial r, JFOLOGiA, @ncj|$i-3e c aumento de pginas de nossa revista. Este aumento, ainaa insuficiente; para correr a demanda de informaes que temos para divulgar, deriva, iguaimente. de noss^:8b. tivo em arrojar ainda miais UFCLOGIA. Com vagar e firmemente, arnpiiaremai nosso contedo para 40 pginas, variando ainda mais o tipo de enfoque dade LfFOtogia Nosso oojetivo, aos poucos alcanado.a!ravs dos nmeros 1 e 2 de* UFCLO- GIA, caca vez aparece mais nitioo e concreto, dentro das conoies de necessidade e urgncia da divulgao do Fenmeno UFO no Brasil. Rapidamente, passaremos a !0diciaade*m;-!n3al, ostentando 40 pginas ricas em conteco e em qualidace ir formativa. Mas, para tanto, estamos nos esforando em aprimorar nossos mtdos. aperfeioaf.nossa apresentao e ^reinar ainda mais nossa Equipe. Ern todo este pro- cesso, buscamos o apoie e, principalmente, participao ativa de nossos leitores e associados. Voc est convidaao participar, discutir, informar, sugerir, opinar criti- car etc. Vamos transformar UrOLOGIA no grande frum de debates nacional; s nos falta sua participao. Ainda falando em mudarlas. fomos forados a corrigir o preo ae nossa re- vista, por questes to bvias quarfto a inflao no Brasii, o aumento astronmico cos preos do papel, impresso, etc. Agradecemos antecipadamente a compreenso de nossos leitores. medica em que UrOLOGIA for cedendo mais espace a anncios publicitrios, paulatinamente manteremos seu preo em e--rr.os mdicos e acess- veis a iodos cs insrsssados/permitbdo, com isso. sua penetrao em uma faixa ca- da vez mais ampla de n^ssa^sociedade. Cartas Redao .. Especial: Estudo Psicossociolgico do Fenmeno UFO Documento: otos de OVNIs da Forca Area Brasileira PesQutsa: observaes de OVNIs no Litoral Paraense 11 Nor. Internacional: A Outra Face do Caso Eduard Meier ; S Nisi. DVs no Brasil: Observaes do Meio do Sculo Registro Fotogrfico: Fotos de OVNIs come Provas Convidado: Pesquisas UFOlg!cas'r& Interior de Minas Divulgao: Os Eventos de Maio e Jv jio Concurso No /os UFCiogos Bra.ii;?: ... Ag and:., UFCPerscnaUzde: J. '';crv \oares NOSSA CAPA:' Foto por Eduard Meie- na Suia, parte de uma srie ds ce- zenas. atualmente discuticas em todo o mundo. Foto da Re- '<;! vista Stern, Arquivos CPDV. I NOTA DA R*E DAO: A partir do presente exemplar, UFOLOGIA, passa a'ser co- ^ editaca peiO colega LUIZ GONZAGA SCORTECCI DE PAU- LA, conhecido Conferencia %rsiieiro,/cea!;zao;:r pc Prc- 7 jeto Alvorada. Com isst .^.''p'euramos car maior versa tilida- ^ Je UFOLOGIA. divijv. .... tarefa de difuso UFOIgica SSJ com mais um expeTer.-^pesquisador. DIVULGAO FOLOGSCA MO BRASIL: PROBLEMA DE URGENTE "^SV REFORMULAO.- A. J. Gevaerd So cada vez maiores e majs ntidos os indicativos da ur- gente necessidade de reformulao em todo o processo de difuso UFOigica que vinha se dando em nosso pais at agora. E, assim como os indicativos, crescem as expecta.i- vas de que o Fenmeno venha ser colocado, analisado, ex- posto de maneira propriamente objetiva e definitiva. ^ Um dos maiores sintomas da ineficcia do processo., usado at agora para difuso UFOigica no Brasil, pode ser medido em detalhes ao observar-se. por exemplo, a total o-V. sncia ae interesse pelo assunto, sentida nos meios que mais* !he dizem respeito: as universidades e centro