CONFIDENCIAL Ficha 005/CISA MINISTRIO DA AERONUTICA 19 COMANDO AREO REGIONAL DN, datado de M Aer P N I ENCAMINHAMENTO ffl &C /A2/I COMAR Para conhecimento desse Centro, este 01 encaminha a cpia xerox do INFORME constante do anexo, oriundo do h DN, versando so- bre o assunto em epgrafe. Confidenciai GRAU DC SIGILO MINISTRIO DA MARINHA HOC ('..)Mp\Q/V.TOI!ML/ rr-.O.XBUS C A *r-4-ICAMJ41t AML N O AVAUAAO : .OA-tflCm) ASSUNTO : SJ.M.J f 9lM M....FAKWIJM I lie tiausmi tc-ic Oi dado lc documente da IC facienda: 4a cie qua^-to cie se/iv/co, ne ticcho compiecndido zhttn: l tin CpHKit ta de .' i um a vi. CONFIDENCIAL MINISTRIO DA AERONUTICA SEXTO COMANDO AREO REGIONAL SEO DE INFORMAES - A/2 5 - CLASSIFICAO ANTERIOR. 6 - DIFUSO ANTERIOR INFORME N2 059/SlAl GOMAR/81 O Promotor Pdblico de MORRINHOS-GO, Dr JOSE GUI LHERME RAIMUNDO, telefone 421-1105 (FRUM) e 421-1902 (residncia), comunicou e solicitou providncias ace^cV da queda de um objeto * voador no identificado, em 1980, na rlapresa daquela regio Ele atribui aa a morte, por causas desconfie cidas, de um trabalhador da regf Suspeita ainda de contaminao radiolgica no local.- CONFIDENCIAL MINISTRIO DA AERONUTICA SEXTO COMANDO AREO REGIONAL SEO DE INFORMAES - A/2 1 - ASSUNTO OBJETO VOADOR NO IDENTIFICANDO TVNI) em INFORME N2 075/SlAl COMAR/81 1-0 jornal OPO, de GOINIA-GO, publicou uma repor tagem sobre a queda de um OVNI em MORRINHOS. A notcia foi assunto do informe de referncia. Segundo o noticirio, o fato ocorreu em 12 de agosto de 1981, mas, segundo o conhecimento desta SI, o acon- Em sntese, aQjeportagem diz o seguinte: O fazendeir^ABRIEL ESTEVO REIS e seu filho, REI NALDO ESTEVO,testemunharam^ queda de um objeto parecido com um charuto dentro da represaSituada em sua propriedade. A represa me de cerca de 35 por 25 metros. Foram feitas vrias tentativas visan do recuperar o objeto. Todos os que tiveram contato com as aguas da represa sentiram,algum tempo depois, sintomas patolgicos cara terizados por enjos, insnia, angstia, agitao, vmitos, dores nas pernas e desnimo. WAGDO ESTEVO, tambm filho de GABRIEL, que participara de uma das tentativas de resgate, veio a falecer de lei O DST VNA T/\r>'n T cfr iNPAvpi til fKifi Goinia, dc 31 de agosto a 05 de sct ombro dc 1981 JORNAL OP Quem tentou chegar perto passoumaL IJmjmorreu e trs esto desequilibrados. O pnico total Morrinhos: objeto represa envenena dc O fazendeiro Gabriel Estevo Reis eslava colhendo bananas quando foi despertado por um baru- lho estranho vindo do cu. Olhou para o alto e viu um objeto "pare- cido com um monstruoso charuto", que cm velocidade espantosa fazia um rudo semelhante ao de um avio a jato. Parecendo dirigido, mas sem freios, o aparelho mergu- lhou nas profundezas da represa da fazenda Sana Rosa, a oito qui- lmetros de Morrinhos. Com o impacto a gua do Iago foi jogada h mais de 100 metros dc distncia c "ate a nossa casa estremeceu", disse Gabriel, Medin- do 35 metros por 25 de largura, o pequeno lago "ferveu durante cinco minutos" matando todos os peixes c subindo o nvel em mais de 30 centmetros. O lago engoliu o es- tranho objeto amarelado de cinco metros dc dimetro por oito metros de comprimento. Wagdo Estevo, dc 19 anos. ftlho do fazendeiro foi o primeiro a ter contato com a gua depois do mergulho do objeto. Uma semana depois comeou a pas- sar mal e depois de 15 dias morria dc leucemia, num hospital de OiiiniiKi. ESTRANHOS SINTOMAS Quatro outras pessoas que ten- laram desvendar o mistrio, esgo- tando as guas da represa, vm so frendo dc um estranho mal que nem os mdicos conseguem diagnosti- car. Os sintomas apresentados so os mesmos: enjo, insnia, angs- tia, agitao, vmitos, dores nas Fazenda Santa Rosa, palco dc estranhos acontecimentos aps a queda do objeto Rosa. ficaram a filha Eleneusa e Waldivina Rosa dos Reis. - Eram 14 horas e o sol estava muito foile. Paramos para descan- sar c foi o menino que me alertou para o barulho", contou o fazen- ilulru. K. ttui eauullloui "pun-clu um avio jato. Olhamos para o cu c nada vimos. A gente olha- va para um lado c parecia que es- lava cm outro. Quando a coisa cs- iava bem pertinho que vimos o que era. Parecia um charuto grande que ia cair quase em cima da gente. A, ainda, em alta velocidade ele fez uma manobra e caiu na represa. O estrondo foi como unia exploso de dc cinco minutos. Fiquei mui; assustado e no fui ver. Corri po> casa c vi minha mulher e Filha, i lidas grilando por mim. Abracei . duas c o menino. Eles cmearam chorar c ficamos at a n< ite sem s<i iie cu.su. Hcnset que foi ,e o mu mundo. O fazendeiro explicou ain< que todo o seu gado fugiu c que energia.na fazenda foi cortada ai noite. "Isso deixou a gente ai' da mais assustados", disse. MUITOS VIRAM Na manh seguinte, vizinhos < fazenda se aglomeraram na porta casa de Gabriel quejando sabei que foi aquele "negcio umino acabei depois que entrei naquela gua", comentou Wilson Borges, um mecnico que tentou resgatajsb fjipio dia 12, o fazendeiro f da tarde. convidou o filho Reinal- do Estevo, de 14 anos, para irem cortar bananas, numa .roa a 200 melros, de sua casa c 100 metros da lagoa. Na casa da fazenda Santa iiiLuius uiii<iiiiiLe > i ila. wt-yolS guas- se espalha.a:ii chuviscando at na gente que estava h 100 NUVEM DE FUMAA Gabriel continua dizendo que depois do impacto o que ele viu foi uma nuvem de fumaa branca e o ,lago fervendo. "Foi como colocar um ferro em brasas num copo d'gua. A gua borbulhou por mais iaxia muno oarun, c Sem suas terras". O iiw.mo.iro n 's-./iibc dar explicaes uma vei dadeira romaria de pessoas foi che ..gando s proxirnidad( , do lago Notaram ento que qu; se odos o peixes - na 'maioria tilpias havian morrido. Tambm na cidade de Mor rinhos muitas pessoas ouviram o ba rulho "parecendo um avio que que bra a barreira do som a pouca a! Rapazes que foram at o lago se dizem condenados Cinco dias depois queoobjetocaiuna fazenda Santa Rosa, trs rapazes, orientados por um advogado da cidade, .resolveram sangrar a represa para desvendar o mistrio - e o que con- sideram uma sria ameaa - que preocupa a popldao de Morrinhos. Wilson Borges (23 anos) Bado Danzela (25) e Jos Borges da Silva (30), orientados pelo advogado foram fazenda e com autorizao do pro- prietrio, fizeram uma valeta na ba- rragem da represa e conseguiram esgotar a gua. A operao comeou s 7h e s terminou s 12h. LAGOA BATIDA Durante trs horas os rapazes se arrastaram na lama que atinge at metro e meio de altura, tateando o fundo com os ps e varas de bambu, na .tentativa de encontrar algo slido. ' S omente com a prov idncia de escoar a lama, com ps. eles conseguiram notar uma verdadeira cratera no ponto central da represa. Com uma vara de aproximadamente 10 metros de com- primento conseguiram atingir "algo grande, slido e liso" no interior do buraco que tem cerca de oito metros de dimetro. Mas como perceberam que eram impotentes para chegar ao objeto, resolveram desistir por no terem ferramentas apropriadas para guinchar o objeto. Impotentes diante do pro- blema, resolveram fechar a barreira e a represa voltou a encher. PRIMEIROS SINTOMAS O advogado acompanhou de perto o trabalho dos jovens, chegando, inclusive a entrar na lama. Oito dias depois da operao, Wilson Borges, sentiu-se mal: "estava trabalhando e tudo desapareceu da minha frente". Conta que quando mexia com a mecnica de uma mquina pesada, sentiu-se desfalecer. "Fuf diminuindo de tamanho. Pequeno, pequeno, at que sumi. Me senti a menor das criaturas. Depois tudo Wilson Borges, Bado anzela e Jos Borges: "esiamos condenados morte" pareceu ser um sonho. As pessoas falav am comigo e eu nada entendia. Me lev aram para a cama e s acordei no dia seguinte, com um nervosismo que nunca senti". Wilson disse que quando foi para a oficina de sua propriedade, no podia sequer ouvir barulho. "Tudo me irritava. As pessoas quando fa- lavam comigo eu desejava mat-las. No queria ouvir nem falar. Queria apenas ficar parado em um canto". Eu acabei depois que entrei na- quela lagoa - comentou o mecnico, que tem os olhos congestionados de sangue. E, complementou: "Olhe pra mim Sempre fui um tomem sadio. Nunca senti nada. Agora estou parecendo vpllin, H luui MiiJrtM, iimi rttiriiiu mui. sinto angstia, agitaes, dores nas pernas e sem fazer qualquer esforo, vivo suando.Ainda no fui ao mdico mas sei que o negcio no bom. Se fosse bom eu no estavasofrendo tanto, Ao lado de Wilson,esto J osc Borres e Bado Danzela. Todos sciten o mesmo sintoma de Wilson, r- o con- seguem mais trabalhar e eh 'gani a afirmar que esto parecendo c choros loucos. "Tudo nos assusta, aruhio. gente que passa, amigos que i >s cum- primentam. No sabemos o iue vai acontecer no...." Certo, porm, que todas as pessoas que tiveram contato com a gua da lagoa depois que o objeto caiu, tmi unia enorme dificuldade de coord nar as idias e misturam a realidade o m suas iluses de ptica. Todos tm d "lrios e aunium iiintlu iliBSOi As VU/.e-, i gl lc est parado e comea a Cnvci ar com pessoas que s ns vemos. Tud parece um sonho. Ou, um terrvel pesat elo". Pgina 17 misteriosas, depois de entrar ca represa. Toda a famlia de Gabriel que se lanhava no lago, nunca mais se prximo" de suas guas. Apenas Vagdo. o filho de 19 anos que pas- siva a maior parte de seu tempo em Goinia que se prontificou em ver DOENA RPIDA Apesar da insistncia dos pais i>ara que ele no entrasse na re- )resa, Wagdo Estevo no os aten- deu. "Isso no' nada. Pode ser um meteoro c isso no faz mal a nin- gum". Dito isso, o jovem estu- dante mergulhou na lagoa sob o? .Miares apreensivos dos pais. Depois de sucessivos mergulhos com a in- icno dc localizar o aparelho, ele no conseguiu e ainda saiu brincan- do das guas: " vocs esto vendo. Eu ainda estou vivo". Segundo dona Waldivina c Gabriel, seus pais, Wagdo era um jovem descontra- do e muito alegre: "tudo para ele era motivo para piadas". 0 casal conta que o filho na poca tinha unta semana dc folga na escola e per- manceu na fazenda. Dias depois do mergulho no lago comeou a apresentar manchas azuladas cm tudo seu corpo e a passar mal. "Ele que era to alegre, passou a ser irritado, tudo o que se fazia para ele no estava bom. Chegou, inclu- sive, a destratar pessoas", comen- tou dona Waldivina. Dores nas pernas, enjos c uma fcil irritabilidade foram os principais sintomas que levaram o fazendeiro a encaminhai o filho ao medico. Sem dignsfco em Morri- nhos ele veio para Goinia, onde eon st atou-se estar com leucemia, .Dias depois ele morreu, apesar dos tratamentos a que foi submeido. At agora, ningum soube pre- cisar se o estranho objeto que caiu na lagoa, foi o principal respons- vel pela morte de Wagdo. Mas, a populao dc Morrinhos, acredita nisso, baseada no fato de que ou- tras quatro pessoas, que tambm entraram na lagoa depois de Wagdo, estarem apresentando os mesmos sintomas. Acham que os quatro slo condenados morte. Advogado d explicao cientfica do fenmeno Advogado na cidade h pouco mais de dois anos, ele tem medo de cair no ridculo e de complicaes profissionais. Mas fala sobre o ob- jeto que caiu no Iago, com um vasto conhecimento