CONFIDENCIAL SERVIO PBLICO FEDERAL SEGUNDO COMANDO AREO REGIONAL Do Comandante Ao Exmo Sr Chefe do Estado Maior da Aeronutica Assunto: Objetos Voadores no Identificados Hef : Of CIRC N Anexos 01 (um) Relatrio do CLPBI Recife. Dez 80 I - Em cumprimento a determinao contida no Ofcio acima referenciadOf remeto a V Exa um Relatrio do CENTRO DE LANAMENTO DE FOGUETES DA BARREIRA DO HTFERMO (CLFBl) constante do anexo. Kaj Brig dcQAr DE SOUSA VALENTE Cmt do II COMAR Total....1 MIN A E n Protocol* M. Air. MINISTRIO DA AERONUTICA DSPARTAEjTj D2 P2SJUISAS 2 0232NV3L VIMSITO CAMPO DE LAN-,M2NTJ D^ FOGUETES DA BARR2IRA DO INFZRNO RELATRIO sobre o Incident? com o Navio Rebocador CAIOBA SSAHORSS. Referncia: Telex R-232053Z JUL 80 do III Distrito Feito por: Ten Cel Av Francisco Jos Rennemann Filho NATAL,RN, setembro de 1980 ' ii SiwtS1- CATRE; CAPIKAR NATAL DIGAR <v< V H>A fSBtajIF MENSAGBK BO REBOCADOR CAIOBA SEA HORSE VG AVES PP>I/KAXAI.RAI>IO VG DU 27/07 AS 1940P ASPAS POR VOLTA (US 1930P ,VG NAVIO NA POSIO IiAT 05 GRAUS 40 MINUTOS 50 SE- - OTBDOS S L'ONG 035 GRAUS 13 MINUTOS -53 SEGUNDOS W VG IMEDIATO FERNANDO E UM MARINHEIRO AVISTARAM OBJETO TODO ILUMINADO EXCLUSIVAMENTE COM LUZES BRANCAS VG A CERCA DE 100 METROS DE DISTANCIA PELA PROA E ALTITUDE AVALIADA ENTREGO E 60 METROS \G TAMANHO APROXIMADO DE UMA BOLA DE PLATAFORMA VG TENDO PER- MANECIDO CERCA DE UM MINUTO E FEITO ALGUMAS EVOLUES VG SU- MINDO APOS ASPAS PT NA OCASIO FOI PERGUNTADO SE HAVIA ALGUM PROBLEMA E O IMEDIATO DISSE QUE ESTAVA TUDO BEM PT A POSIO FORNECIDA NECESSITA SER CORRIGIDA VIRTUDE CONSTATADO SER PONTO IDE TERRA PT SR FERNANDO SERA CONVIDADO A COMPARECER ESSE CENTRO FORNECER MAIS DETALHES BT HDIOCSAKA GR 139 5-2020532 JUL 80 do III DISTRITO i I - OBJETIVO II - INZiODSO III - DEPOIMENTOS E PROV.IDEXIAC RE SINDICAIS IA i 1 - Depoimento do Cr IVAN D.; SOUZA EELO i 3 - Depoimento do Cr ATLIO CCAEPATI 5 - Depoimento do Cr J0C2 DA SILVA III-9 ,. 6 - Declarao do Cr ANTONIO FERNANDO DA SILVA 7 - Declarao do Cr EMAEUCL BUCKOM (2-C) IIIJf IV - ANALISE DO ASSUNTO V - CONCLUSO ANEXOS AO ORIGINAL 1 - Depoimentos 2 - Jornais: O POTI, 17 Ago 80 - Natal; DIRIO DE PERIAKBCOO, 17 Ago 80, Recife? TRIBUNA DO NORTE, 17 Ago 30, Natal; e DLRIO DE NATAL, 16 Ago 80, Natal. 3 - Picha de Ambulatrio do Hospital '.Valfredo Gurgol, relativo ao Sr Jos Silva. jotivo rcrtc "da torio cor.xiilr.:- informe.-; a pCSivol cr.tr. eel oc or corrola-oos rue , ossas, rv::: ilarecer os fatos rclr.ci: ior.a-.-.oc cor. o assunto mencionado LX ?.-220$3Z JUL 80, :1o III Distrito Naval ao CLl-TI Cu.. Excelncia o 0011 tr..-..Imir:.nto Luiz Edmundo Erigido Cittencourt, Somand ante do III L1-TXilTO EAV.d., lolofonou-mc dia 2-3 do julho de 1930, comentando o incidente do rebocador CAI3EA CA-.II.TeJE o inda^ou-ae se eu jo.~tr.-ei-. de inve:jtlgnr o assunto. Afirmei que oi. i. .-ps receber o a'Ld ?.-282053^ HJL 00, encaminhei cpias ao e ao (Ofcios deservados ii&s 07/-00/11-079 A imprensa, ..travos de contatos diretos com tripulan - tes, deu larga publicidade ao assunto, misturando fatos reais com elucubraes fantsticas e f ntnsiosas. 0 mtodo de investigao foi: Obter epoiute-.tos doa par ticipantes diretamente envolvidos, registrando suas impresses e procurando relacion-las ao tempo c ao espao; correlacionar es- tas impresses em termos de ngulos, dimenses e velocidades dos corpos em movimento, desse ponto aparecem as pri leiras dificulda, des, devido falta de um adequado sistema de referncia, de tem po ou de atitudes dos navios, dam como as naturais imprecises pessoais de cuem relata uma iaproeso visual, a noite, cm rea martima onda a cautela e a ateno so predisposies de espri to necessrias e cujo referencial primrio e o prprio 'arco (al, tamente oscilante). Embora todos os aspectos do caso no tenham sido inves- tigados, e dois depoimentos tenham sido descartados como no v- lidos, os restantes per./.item cheg .r a concluses .pae cancelam o interesse direto do Ministrio da Aeronutica no assunto, pois nada evidencia a presena de um objeto aeronavog-.aite nas proicimi dedos do rebocador CAIOBA UEAE d,j.d, por outro lado, a hiptese ' da presena de um barco desconhecido, portando uma nica luz ' branca e forte no topo do mastro, compatvel com depoimentos de 3 testemunhas, excetuando-se os depoimentos (no V:lidos) do Comandante e do Imediato do CAIOBA CmddOECE d ih - depoimentos b PBOViDBd^iAS siidicimcia 1 - Depoimento do Cr IVA" DE D OU ZA MELO Aos 11 dias do mes de acosto de 1920, compareceu a es- te Campe o Sr Ivan de Cousa dele, 3'< aees, tripulante c residente no re bocador CAIOBa S3AHCKSS, Carteira do Identidade MQ 32029 expedida pela Secretaria de Segurana Pblica de Roraima, natural de Mossor/RB, a fim de prestar depoimento sobre o fato relatado no TLX E-2C2053Z do III Distrito ITaval. Informou que no dia 27 do julho de 1930, apronimadamen te s 13:50-?, estava do servio ao leme do CAIOBA e na posio estimada de (05 13' S - 035 09' d), dose milhas ao largo de Biti tinja, navegan do na proa magntica de 1?0 e viajando de UBAIbldn (Plataforma da FETRO ERAS) para Matai. Ao seu lado estava o Sr demando Banjueiro, Imediato do Caioba. Em dado momento, notou uma lua branca, com a "intensidade" ' de luz do uma estrela situada levemente acima do horizonte ( 30 direita da proa; chegou a pensar ;pao via um farol (de navegao ' costeira). Mos prximos 10 minutos, a lua fez ura movimento (aparente) em relao ao navio conforme mostrado na Bigura III-l. A partir do ponto marcado com 18:55^, o Imediato que fora avisado, passou a observar o fenmeno com binculos o teria comen- tado: Mo embarcao, objeto desconb.eeido e estimou sua altura em 60 m. Quando a luz cruzou a proa do retocador, o Imediato assumiu o le- me, guinou direita, reduziu a potncia dos motores e comandou marcha- -r. 0 Barco praticamente parou, o t Ivan, ao entregar o leme, passou a observar de binculo e inicial-iente viu apenas a luz que se movia, at que ela parou na posio marcada 19:001. daquele instante a proa de ve ter ido para 270 ou 300. desse momento o Sr Ivan verificou que ha - via uma estrutura ligando a luz a uma coisa semelhante a uma bia ( que estava na superfcie do mar). 0 Imediato tambm teria visto (a estrutu- ra e a "bia"), (ver Big III-2). 0 Sr Ivan estima a altura da luz como a de um poste de 10 a 15 m. Observou a estrutura no mar, a uns 15 a 20 metros da proa e a luz sobre ela sob um ngulo de aproximadamente 30 a +5 (ver Bigura Aps a parada na posio das 19:001, o dr Ivan obser - vou a estrutura por tempo inferior a um minuto (Big III-2), quando en - to a parte cm contato com o mar iluminou-sc com luzes aparentemente convencionais (l ipadas de uso comum, de bulbo, caseiras, no flores - Mo pde distinguir quantas luzes eram, enfatizou que erem muitas. A parte diretamente em contato com a gua permaneceu acesa por 20 ou 30 segundos, em seguida apagou-se, permanecendo iluminada so- mente a luz de cima. A estrutura (e a luz superior) afastou-se mar o dentro (rumo 090 aproximadamente), desaparecendo no hori - zonte por volto, das 19:20P ( ~ 10 minutos aps). (10 a 20 min). As 19:OOP a luz (superior) era branca, oval e seu dimetro maior media aparentemente a metade do dimetro da lua. A cor era semelhante a da estrela d'Alva. 0 Sr IVAN informou que a lancha TEC HE S3AH0HSS vi- nha atrs do GAIOLA, sem ser avistada, mas que ela orientava, pe- lo VHF, a navegao do CAIOBA SEAHORSE pelo canal, visto que o ra dar do mesmo estava em pane. As informaes que o Oaioba recebia era do tipo "voc" est a 8, 17, 12 milhas da costa. Informo^ que em torno das 19:OOP, a Teche via apenas o Caioba na tela do radar, (no outros navios). Ass. (Ivan de Jouza Melo) 2 - dotas a - Tomei conhecimento, dia II/08/8O, que o Imedia to do Caioba SEAHORSE fora removido para Salvador, mas que se ne- cessrio, poderia ser chamado a Natal. o Sr Fernando Eangueiro, de nacionalidade portuguesa. b - Os navios da frota SEAHORSE pertencem a Firma Arthur Levy do Brasil, subsidiria da Arthur Levy Service INC. Em Natal os contatos podem ser feitos com o: Sr Jurgen Renoke (de nacionalidade alem) Gerente da Arthur Levy do Brasil Av Prudente de Morais, 365, telefones: 222-^-168 e 222-7^28 Petrpolis (0 Sr ITAMIR tem coordenado alguns contatos). c - A pedido do Sr ITAMIR, o Cmt da Teche SEAHORSE Sr Emmanuel Ruchum, de nacionalidade escocesa, telefonou-me s 16:^1-0? do dia 11 Ago e disse que: - Estava de partida para mais uma misso; - No dia 27 de julho de 19S.0, por volta das ' 19:00F, quando o Caioba chamou e falou sobre a ocorrncia, a lan- cha TECHE SEAHORSE estava a '+ milhas nuticas atrs do CAIOBA; - Via as luzes do CATOBA pois a noite estava ' favorvel; - 0 eco do Caioba constava no radar da Teche bera como o do litoral; - Seu chefe de mquinas e um marujo dizem ter visto uma luz incomum, mes cie prprio no viu nada de anormal; - Mandaria o seu chefe de mquinas falar comi- - Mo falou com c Cmt do Caioba sobre este as- sunto e que o mesmo aportara com uma intoxicao por peixe. 3 - Depoimento do Chefe de Mquinas do Teche SEAHORSE. Dia 11 de agosto de I98O, s l3:30P, compareceu a minha residncia, situada a Rua Joaquim Fabrcio, 313, datai, o Sr Atlio SCARFATI, chefe de mquinas do Teche SEAHORSE, nascido em Buenos Aires, Repblica Argentina, em 19*+6, portador da Cartei ra de Identidade RHE KO 0789181 da 3PMAF/SR/DPF/RN, expedida em 12/02/80, que declarou trabalhar na Firma Arthur Levy do Brasil , subsidiria da Arthur Levy Service INC, operadora da frota SEAHOR SE, e que, logo aps o por do sol do dia 27 Ago 80, estava na pog te de comando da Teche, juntamente com o Cmt Emmanuel Buckum. A Teche navegava a umas h milhas atrs do Caioba e um pouco mais ' prximo ao litoral. Disse que o radar do Caioba estava inoperante e a Teche o vetorava pelo canal existente na regio. Em dado instante, quando o Caioba chamou, notou uma luz branca, muito brilhante, ' to intensa que chegava a provocar dificuldade de olh-la fixamen. te. Considerou que a forma poderia ser redonda mas observou que , dado o brilho que a luz apresentava, talvez no fosse possvel de terminar a" forma. Posicionava-se, aparentemente sobre e Uri) pouco a frente ao Caioba. Numa escala aparente em relao ao grias tro do Caioba, parecia estar de 2 a 3 mastros de altura (fig 3). Na ver- dade a estrutura do Caioba no era visvel, apenas suas luzes . de navegao. 0 Sr Scarpati chamou a ateno do Cmt Emmanuel Bu- ckum, este consultou a tela do radar e constatou a ausncia de qualquer eco,(exceto o do Caioba) naquela posieo. 0 Cmt Emmanuel comentou que deveria ser "luz de topo" de algum veleiro, iate ' grande ou coisa que valha, ao que o Sr dcareati ^retrucou, enfati- zando a intensidade excessiva de luz. 0 Caioba comeou a chamar ' pelo rdio, com o operador demonstrando nervosismo. A Natal Radio respondeu. 0 operador do Caioba descreveu o que estava vendo. 0 Sr Scarpati quiz operar o rdio da Teche para informar que a luz se deslocava para a popa e para a esquerda do Caioba. Recebeu or- dem do Cmt Emmanuel para no mexer no rdio, pois este j tinha * seu operador. 0 Cmt Emmanuel desceu para seus aposentos e o Sr Scarpati permaneceu fitando a luz, que descreveu um movimento em relao a Teche, como mostrado na figura antes de desaparecer no horizonte. A seguinte impresso de movimento foi sentida pelo Sr Scarpati, em relao a fig '1011-1+.. OBSERVAES Incio da observao. Aproximadamente 1 mi- nuto aps o Caioba reportou a existncia de uma luz intensa sobre ele 2 +1 ou +2 A posio cue o Sr Scarpati quiz reportar mas foi dissuadido ltima observao Em termos de elevao angular acima do horizonte , as seguintes impresses foram declaradas pelo Sr Scarnati: Na posio 1 da fig q-, a altura correspondia a 2 ' eu 3 mastros do Caioba. Mas posies 2, 3 e h no pde precisar, pois a lancha "rolava" muito, o cu estava escuro, no se lembra de ter visto estrelas e sua viso estava um tanto prejudicada pelos bor- gua. Declarou que o Cmt Emmanuel Ruckum viu a luz nas po sies 1 e 2 e desceu para seus aposentos. Ass. (Atilio Scarpati) tf - Hotas a - Dia lt/08/8O, solicitei ao Jr ITAMIR que fizes se a gentileza de coordenar uma entrevista minha o >rr> os Rrs: - Emmanuel Buckum, Cmt da Teche; - Jos Silva, Cmt do Caioha (ambos ora no mar), e que me fornecesse o endereo do Sr Fernando Fangueiro, ora transferido para Salvador. b - Solicitei ao Ten Cel Av e Engenheiro Aercnuti co Dietrich Erdmann Gellers, fone (071) - 2U-? 3077 ou 2h7 3 dia 1V0S/8O que obtivesse, se possvel, o depoimento escrito do Cr Fernando Fangueiro, Ex-Imediado do Caioba, que ora est embar- cado no navio CHSdAREAKS SEAHOHSE, baseado em Salvador, Fahia. 0 contato do TCel Gellers com o Sr Fernando dever ser feito atra - vs do despachante da Firma Arthur Levy em Salvador: Sr Cndido Pinto Rua da Grcia, Re 6, Sala L-06 Bairro Comrcio, Salvador, BA. c - Dia ltf/08/80, solicitei ao Sr ITAMLR que coor- denasse tambm uma entrevista com o timoneiro da T d - Fiz um contato telefnico, dia, 1V08/8O, com o Sr Eilson Hermgenes da Cunha, tcnico em eletrnica e responsa vel pelo equipamento eletrnico de bordo da CIA Arthur Levy do Brasil, sediado em Natal. Rle informou-me que: . A Lancha Teche e o Rebocador Caioba esto e quipados com radares DECCA D-202, com alcance de 2U- milhas nuti- . A Teche s tem um radar, o Caioba tem dois; . Os radares no pegam alvos areos; . . Os radares nao discriminam alvos a uma dis - tncia menor de 100 m entre si, nessa distncia de h milhas, s aparece 1 eco. . Consultando suas fichas de manuteno, cons- tatou que no dia 27 de julho o radar da Teche estava bom enquanto que os do Caioba tinham alteraes: 0 radar de bombordo (esq) es- tava sem .transmisso e o de boreste (dir) estava com alcance mxi mo de 12 ou 13 mELhas. e - O Cmt Buchum est ainda nas plataformas (l Set 33) e o CSt Jos da Silva dever chegar at o dia 03 Set 30. f - Dia IS Set 80, o Sxrao Sr Cmt do III DISTRITO NAVAL, via telefone, ofereceu apoio para obter os depoimentos ain da no feitos. Aguardarei at o fita desta semana. 5 - Depoimento do Sr Jos da -ilva, Comandante do CAIO Ba SSA H0HS3. Aos 02 dias do ms de setembro de 1930, compareceu a minha residncia o Sr Jos da -ilva, Comandante do rebocador CA IOEA SdAHORSE, para prestar seu depoimento voluntrio sobre a o corrncia do dia 27 de julho, envolvendo o navio que comandava e uma luz que se acercou do mesmo e que deu origem a mensagem R - 282053Z JL 30 do III DISTRITO NAVAL, declarou residir Rua Jua- rez Tvora, 3 32, Candelria, Na tal,RN c nascido em Macau, RN, em 1932. Porta a Carteira de Identidade MS 161337 da S.S.I. e Segu - rana do RGR (Diviso de Criminalstica). Informou que desatracava da plataforma PAG 2 rea Agulha, dia 27 de julho s 10:30P, com destino a Natal. Estavam a 8 horas de viagem, aproximadamente, prximo a Touros, a 10 milhas nuticas da costa, navegando no rumo magntico de 150 graus. Ele vinha fazendo a coordenao da navegao a partir do camarote, pois estava doente, com forte intoxicao causada pela ingesto ' de peixe. As instrues eram dadas por ele ao* seu Imediato, Sr Fernando Eangueiro, que embarcara h aproximadamente um ano e por tanto no bem tarimbado Ambos os radares estavam inoperantes bem assim como o piloto automtico. S funcionavam o VHF, o SSB e a bssola giroscpica. Todos estavam cientes que a regio exigia uma certa ateno dos navegantes devido a carreira dgua, ventos e mau governo do timoneiro, alm da pouca profundidade do mar na- quela parte do litoral do Rio Grande do Norte. Em dado momento, (estando deitado em seus aposen - tos), sentiu que as mquinas foram colocadas em ponto morto (afir mou que no fora comandada trao reversa-marcha a r). Imaginou que o rebocador estivesse junto as pedras ou junto a praia e fa - zendo um tremendo esforo (levantou-se) conseguiu chegar ponte de comando, onde se encontrava o Imediato e o Timoneiro, adem de outras pessoas. "esse momento, o navio estava deriva, com proa magntica de 050 graus aproximadamente, ningum ainda lhe falara qualquer cau sa. Sua primeira reao foi (tentar) corrigir o rumo e (tentar) fazer a plotagera na carta. Antes de comear a faz-lo, o Sr IVAN disse-lhe: "Comandante, olhe esta luz proa do rebocador, parece um farol", o Sr Jos Silva olhou pare frente e viu o objeto. A distncia "chutada" (estimada) seria de 3 milhas nuticas proa do Caioba, (que estava a deriva, proa magntica 050), e a uma a-J. tura de 60 m. 3 objeto tinha forma de um prato, grande, parado no espao, e cujo dimetro aparente seria o dobro do dimetro da lua. Pde divisar bom as cores azul e laranja do objeto que permaneceu nessa posio por 2 a 3 minutos, tendo a seguir acendido um facho luminoso, m.is intenso da que um (facho) de holofote anti-acreo do exrcito, que projetava-se verticalmente para a gua. Sm segui da, o facho foi dirigido para o Caioba, tendo iluminado-o por 2 a 3 segundos. 0 pessoal ficou conversando. Uns 3 minutos aps, o objeto assumiu a posio a boreste (a direita) do Caioba e mais